
2
- Adrianus (Arend) HAAN
Zagueiro habilidoso, bom porte físico, de arremate forte e preciso, boa altura (1,83m), nasceu em Finsterwolde, Holanda, em 16/11/1948 e atuava pelo Ajax. Haan disputou também a Copa da Argentina em 1978 com grande destaque, tendo inclusive feito dois fabulosos gols de fora da área. Jogou 35 vezes na Seleção Holandesa, e marcou 6 gols.
Atuou
nas seguintes equipes:
1967-75 – Ajax Amsterdam (Holanda)
1975-81 – RSC Anderlecht (Bélgica)
1981-83 – Standard Liège (Bélgica)
1983-84 – PSV Eindhoven (Holanda)
1984-84 – Hong Kong Seiko (China)
3
- Wilhelmus VAN HANEGEN
Meio de campo, nasceu em Breskens, Zeeland, no dia 20 de Fevereiro de 1944. Jogou pelo Velox, Xerxes/DHC, Feyenoord Rotterdam, AZ'67, Chicago Sting, FC Utrecht e Feyenoord novamente. Respeitado pelas suas habilidades táticas, seu jeito de "arrancar" e chutava com o lado de fora do pé esquerdo e tinha pernas tortas, o que lhe rendeu o apelido de De Kromme (algo como "O Encurvado").
Uma ausência muito sentida na Copa de 78.
O
seu maior sucesso foi no Feyenoord:
Liga de futebol alemã 1969, 1971, 1974
Copa KNVB: 1969, 1978
Copa dos Campeões da Europa: 1970
Torneio Intercontinental: 1970
Copa da UEFA: 1974
Carreira
de técnico:
Van Hanegem entrou para o Feyenoord como assistente técnico em 1983 e
ficou no cargo até 1986. Ele também fez parte do FC Utrecht como
assistente técnico, depois se mudando para o FC Wageningen. Retornou ao Feyenoord como técnico em 1992, vencendo o campeonato de
1993 e a Copa Holandesa em 1994 e 1995.
Em 1995, ele foi convidado para ser técnico do time saudito Al Hilal, e
posteriormente assumiu o mesmo cargo no AZ'67, em 1997. Ele ainda
treinou o Sparta Rotterdam em 2001.
6
- Wilhelmus Marinus Anthonius JANSEN
Meio de campo (volante), nascido em 28 de outubro de 1946 em Rotterdam, tinha 28 anos em 1974 e atuava no Feyenoord. Jansen foi o motor da Laranja Mecânica, estava em todas as partes do campo. Jogava mais na proteção aos zagueiros e apoiava muito bem o ataque. Defendeu a seleção holandesa de 1967 a 1980, jogou 65 vezes e apesar de não ter possuído grande habilidade de artilheiro, marcou um gol.
Clubes:
1965-1980
Feyenoord
(Holanda)
1980-1980 Washington Diplomats (EUA)
1980-1982 Ajax Amsterdam
(Holanda)
1982-1983 Washington Diplomats (EUA)
Quando pendurou as chuteiras trabalhou na comissão técnica do Feyjenoord.
8
- Jan JONGBLOED
Goleiro, estreou em 1962. Convocado novamente somente em 1974, às vésperas da Copa, para substituir Jan van Beveren, cortado por Rinus Michels por indisciplina. Inicialmente cotado para ser terceiro goleiro, Jongbloed foi promovido a titular pouco antes do início do torneio, mais pela sua experiência do que por sua habilidade (tinha, na época, 33 anos).
Chamava a atenção por usar camisas amarelas, com o número 8.
Na
Copa de 1974 sofreu 3 gols.
Pouco antes da Copa de 1978, o técnico Ernst Happel optou mais uma vez
pela sua experiência, confiando ao goleiro de 37 anos a posição de
titular.
Na segunda fase do torneio, Happel decidiu dar uma chance ao reserva
Schrijvers, preterido em dois mundiais, colocando Jongbloed no banco de
reservas. Contudo, Jongbloed foi reconduzido ao posto de titular pela
contusão de Schrijvers, na semifinal contra a Itália. Pendurou as luvas em 1985, aos 45 anos.
Clubes:
1959–1972 DWS (Holanda)
1972–1977 FC Amsterdam (Holanda)
1977–1981 Roda JC (Holanda)
1982–1986 Go Ahead Eagles (Holanda)
12
- Rudolf Josef KROL
Zagueiro, nascido a 24/3/1949 em Amsterdã,
disputou os mundiais de 1974 e 1978. Jogou 14 partidas nas Copas e
marcou um gol em 1974. Começou em times da 2ª divisão como o Rivalen
e o Rood Wit Club. Mais tarde, com 17 anos, foi contratado pelo Ajax.
Estreou na seleção em 1969, contra a Inglaterra. É o jogador que mais
vezes vestiu a camisa laranja, totalizando 83 apresentações.
Rudd
Krol foi o capitão da Holanda na Copa de 1978 na Argentina.
Bastante técnico, Krol foi peça chave do lendário
Carrossel. Jogava em todas as posições da defesa e
como volante. Obteve 7
campeonatos holandeses, 3 Copas dos Campeões da Europa e 2 Supercopas e
um título Intercontinental e em 1979 uma Bola de Ouro, dada
pela revista "France Football" ao melhor atleta do ano.
Após 12 anos de clube, deixou o Ajax para defender o
Vancouver, do Canadá. Depois acabou vendido ao Napoli. Em 1984
atuou na 2ª divisão do futebol francês, no Cannes.
Após duas temporadas, aposentou-se e virou treinador. Treinou
o Mechelen, da Bélgica, Sevette, da Suíça, seleção do Egito, o
Ajax, entre outros.
Clubes
nos quais atuou como jogador:
1968 a 1980 Ajax (Holanda)
1980 Vancouver Whitecaps (Canadá)
1980 a 1984 Napoli (Itália)
1984 a 1986 Cannes (França)
13
- Whilhelmus Jacobus NEESKENS
Meio de campo
(meia-atacante), nasceu em 15/9/1951 em
Amsterdã. Um dos principais jogadores da Holanda, grande capacidade física,
era "o pulmão" da equipe. Começou a carreira
internacional aos 19 anos e disputou 49 jogos pela Seleção, descoberto
por Rinus Michels, que o incorporou ao Ajax, onde conquistou 3 Copa dos
Campeões da Europa, um Mundial de Clubes, 2 campeonatos holandeses e 2
copas da Holanda.
De 1974 a 1980, jogou no FC Barcelona, ajudando este clube a ganhar a
Liga da Espanha em 1974, após 16 anos de espera, junto com Johan Cruyff
e a conquistar a Copa del Rey em 1978. Transferiu-se em 1980 para o New
York Cosmos, onde jogou do lado de Beckenbauer e de Pelé.
Foi o artilheiro da Holanda na Copa 74, marcando 5 gols.
Em 1982 voltou ao Ajax, onde jogou até 1984 e depois transferiu-se para o Groningen, onde encerrou a carreira. Foi treinador adjunto de Frank Rijkaard.
(14) JOHAN CRUYFF: O MOTOR PRINCIPAL DO CARROSSEL LARANJA
Certamente a laranja mecânica não teria funcionado de um modo tão fantástico se não houvesse um motor à prova de tudo chamado Hendrik Johannes Cruyff.
Nascido a 25 de abril de 1947 em Amsterdam, Cruyff disputou apenas o mundial de 1974, mas sua única e magnífica participação fez com que ele se tornasse mundialmente inesquecível.
O
jovem Johann estreou na seleção holandesa numa partida contra a
Hungria no dia 7 de setembro de 1966, já envergando a camisa 14, que se
tornou sua marca registrada até hoje, e este número foi como uma espécie
de amuleto que o acompanharia até o final de sua carreira como jogador.
Com 17 anos era titular do Ajax, onde jogou mais de 10 anos.
Aos 21 consagrou-se como recordista de gols dos campeonatos holandeses, assinalando 32 vezes no ano de 1968. Em 1971 e em 1973 foi eleito o melhor jogador europeu. Era uma grande promessa e já o chamavam de "Pelé branco".
Órfão de pai, Cruyff começava a se destacar nos profissionais do Ajax de Amsterdam, clube que se situava bem perto de sua residência. Seu técnico desde essa época era um ex-centroavante chamado Rinus Michels. Ambos se entendiam e se completavam, e levaram esse entrosamento à seleção nacional.
Em 1972 Michels foi para o F.C. Barcelona da Espanha e logo após o Mundial da Alemanha levou em sua bagagem mais um componente do fantástico carrossel: o artilheiro Neeskens, pois Cruyff já defendia as cores gloriosas do "Barça" desde 1973. Aliás, Cruyff preferiu defender o maior rival do Real Madrid pois não queria jogar num time associado ao ditador espanhol Francisco Franco. Como homenagem à Catalunha, batizou seu filho de Jordi, a versão local para "Jorge", nome do santo padroeiro da região. Além do Ajax e Barcelona, Cruyff jogou no Los Angeles Aztecs (EUA), Washington Diplomats (EUA), Levante (Espanha) e depois voltou ao Ajax. Encerrou sua vitoriosa carreira no arqui-rival Feyenoord pois o Ajax não queria contratá-lo, pelo fato de possuir 36 anos, e o considerou velho. Resultado: foi campeão pelo Feyenoord e no dia 13 de maio 1984, aos 37 anos de idade, jogou o sua última partida contra PEC Zwolle, e marcou um gol.
Foi
campeão holandês nas temporadas seguidas de 1966 até 1973; tricampeão
europeu em 1971, 1972 e 1973; campeão intercontinental em 1971 e neste
mesmo ano foi eleito o melhor jogador europeu. Quando pendurou as
chuteiras tornou-se um competente técnico.
Depois da Copa de 1974, na qual marcou 3 gols, ele declarou que não participaria de outra.
Realmente sua ausência foi sentida na Argentina em 1978, pois não participou daquela que poderia ter sido a segunda versão do Carrossel Holandês, que apesar de contar com elementos de alta qualidade técnica que também haviam se destacado em 1974 como Johnny Rep, Neeskens, Jansen, Haan, Resenbrink, Suurbier, Krol, Rijsbergen e o goleirão Jongbloed, a Holanda fez outra boa participação, não tão fantástica quanto quatro anos antes, mas repetiu o vice-campeonato mundial perdendo para a dona da casa pelo placar de 3 a 1. O motor do Carrossel emperrou, pois também não contava com outras duas engrenagens vitais para seu pleno funcionamento: o técnico Michels e o excelente apoiador Van Hanegen.
Cruyff alegara que aos 31 anos seria incapaz de se entregar 100% fisicamente à competição como o fizera aos 27, e que humanamente não resistiria ficar longe de sua família pelo tempo em que estaria concentrado com a seleção. Seguramente uma ausência muito sentida na Copa de 1978 na Argentina, muito mais pelos holandeses. Especulou-se que ele recusou ir à Argentina em protesto contra a ditadura militar que vigorava na época. Outros acham que sua esposa Dani Cruyff o proibiu de ir à Argentina pois na Copa de 1974 jornalistas fotografaram os jogadores holandeses com mulheres alemãs nuas na piscina do hotel. A verdade é que logo depois do Mundial da Alemanha o craque já havia declarado que não participaria da Copa seguinte pelos motivos citados acima.
Após a final, Franz Beckenbauer opinou que Cruyff foi o melhor jogador do Mundial da Alemanha. Palavra de quem sabe tudo de futebol. Aliás há controvérsias sobre quem foi escolhido oficialmente como o melhor jogador da competição; a opinião geral era de que fora Cruyff, mas quase sempre essa decisão pende para o lado da equipe campeã, então o honroso título havia sido dado para Beckenbauer.
Cruyff fora convidado pela Editora Sedmay de Madrid para contar em livro as experiências da Laranja no Mundial, e apesar do grande capitão ter reconhecido que "Deus não o havia chamado para o caminho das letras" cumpriu a tarefa com a mesma dignidade e franqueza que mostrava dentro das quatro linhas. Um belíssimo lado, admirável como atleta e pessoa e como escritor simples e franco.
Para
os interessados, a ficha completa do livro:
Título: Futebol Total
Autor: Johann Cruyff
Prefácio: Armando Nogueira
Tradução: Marcos de Castro e J.Campelo
Editora: Nova Fronteira
Título original em espanhol: Mundiales 74
Impresso nas oficinas gráficas da Editora Vozes - Rua Frei Luís, nº 100, Petrópolis - RJ

15 - Pieter Robert RENSENBRINK
Atacante, nascido em 3 de julho de 1947, em Amsterdam, marcou o gol 1000 em todas as Copas. Tal fato ocorreu na Copa de 1978, que também disputou com grande participação. Rensenbrink jogou praticamente toda a carreira no Anderlecht da Bélgica e ganhou a Taça das Taças pelo clube belga em 76 e 78. Era um atacante muito habilidoso e rápido. Marcou 1 gol na Copa de 74.
Quando o Rei Pelé escolheu os 125 melhores jogadores de todos os tempos, em março de 2004, Resenbrink estava na lista.
Pela seleção holandesa jogou de 1968 a 1979 por 49 vezes e marcou 14 gols.
Clubes:
1969-1971
- Club Brugge (Bélgica)
1971-1980 - Anderlecht (Bélgica)
em 1980 - Portland Timbers (EUA)
1981-1982 - Toulouse (França)
16
- JOHNNY REP
John Nicolaas Rep, atacante, nasceu em Zaandam (Holanda), no dia 25 de novembro de 1951, foi um dos maiores meia-atacantes da história da Holanda.
Rep tornou-se um dos principais protagonistas nas Copas do Mundo de 1974 e 1978. Durante essas copas, Johnny Rep marcou 7 gols, e, sendo assim, o maior artilheiro da Holanda na história das Copas (4 gols em 1974 e 3 gols em 1978). Impetuoso, rápido, habilidoso e lutador, no Ajax (1971 a 1975), ao lado de vários craques, conquistou a Copa dos Campeões da Europa três vezes consecutivas (1970/71, 1971/72 e 1972/73), na qual foi de tamanha importância ao marcar dois gols decisivos numa das finais. Johnny Rep jogou no Valencia (da Espanha, 1975 a 1977), Bastia (da França, 1977 a 1979), Saint-Ettiene (da França, 1979 a 1983), Zwole (da Holanda, 1983 a 1984), Feyenoord (da Holanda, 1984 a 1986) e terminou no Haarlem (da Holanda, 1986 a 1987).
17 - Wilhelmus Geraldus RIJSBERGEN
Um zagueiro que jamais brincava em serviço, era o mais jovem do Carrossel, pois nascera em 18 de janeiro de 1952, então tinha 22 anos em 1974. Atuava no Feyenoord.
Também foi convocado para a Copa de 1978.
Quando se tornou técnico, na Copa de 2006 foi o assistente de Leo Beenhakker na seleção de Trinidad e Tobago. Em 2007 se tornou técnico da seleção deste país.
Clubes:
1970
- 1971 - PEC Zwolle (Holanda)
1970 - 1978 - Feyenoord (Holanda)
1978 - 1979 - SC Bastia (França)
1979 - 1983 - New York Cosmos
1983 - 1984 - Helmond Sport (Holanda)
1986 FC Utrecht - (Holanda).
20
- Wilhelmus Lourens Johannes
SUURBIER
Lateral, contava com 29 anos na
Copa de 1974 e era mais um integrante do fantástico Ajax. Foi eleito o
melhor lateral-direito da Copa, e também foi convocado quatro anos
depois para disputar a Copa da Argentina.
Ótimo marcador e eficiente apoiador, jogou 60 partidas pela seleção
holandesa entre 1966 e 1978, marcando 3 gols.
Clubes:
1964
- 1977 - Ajax Amsterdam (Holanda)
1978 - Schalke 04 (Alemanha)
1978 - 1979 - FC Metz (França)
1979 - 1981 - Los Angeles Aztecs (EUA)
1981 - Sparta Rotterdam (Holanda)
1982 - Golden Bay Earthquakes (EUA)
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FICHA DOS 22 HOLANDESES
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| Nº DA CAMISA | JOGADOR | POSIÇÃO* | NASCIMENTO | CLUBE |
| 1 | Ruud Geels | Atacante | 28/7/48 | Brugge (Bélgica) |
| 2 | Arie Haan | Zagueiro | 16/11/48 | Ajax |
| 3 | Wim van Hanegem | Meio-campo | 20/2/44 | Feyenoord |
| 4 | Kees van Ierssel | Zagueiro | 6/12/45 | FC Twente |
| 5 | Rinus Israël | Zagueiro | 19/3/43 | Feyenoord |
| 6 | Wim Jansen | Meio-campo | 28/10/46 | Feyenoord |
| 7 | Theo de Jong | Meio-campo | 11/8/47 | Feyenoord |
| 8 | Jan Jongbloed | Goleiro | 25/11/40 | F.C. Amsterdam |
| 9 | Piet Keizer | Atacante | 14/6/43 | Ajax |
| 10 | René van de Kerkhof | Meio-campo | 16/9/51 | PSV Eindhoven |
| 11 | Willy van de Kerkhof | Meio-campo | 16/9/51 | PSV Eindhoven |
| 12 | Ruud Krol | Zagueiro | 24/3/49 | Ajax |
| 13 | Johan Neeskens | Meio-campo | 15/9/51 | Ajax |
| 14 | Johan Cruyff | Atacante | 25/4/47 | Barcelona (Espanha) |
| 15 | Rob Rensenbrink | Atacante | 3/7/47 | Anderlecht (Bélgica) |
| 16 | Johnny Rep | Atacante | 25/11/51 | Ajax |
| 17 | Wim Rijsbergen | Zagueiro | 18/1/52 | Feyenoord |
| 18 | Piet Schrijvers | Goleiro | 15/12/46 | FC Twente |
| 19 | Pleun Strik | Zagueiro | 27/5/44 | PSV Eindhoven |
| 20 | Wim Suurbier | Zagueiro | 16/1/45 | Ajax |
| 21 | Eddy Treytel | Goleiro | 28/5/46 | Feyenoord |
| 22 | Harry Vos | Zagueiro | 4/9/46 | Feyenoord |
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*O item POSIÇÃO era apenas para constar a escalação teoricamente, pois na prática, segundo o esquema revolucionário de Michels, todos os componentes da equipe holandesa trocavam de funções constantemente, ou seja: todos atacavam e todos defendiam. Daí surgiu o apelido sugerido pela imprensa mundial de "Carrossel Holandês". |
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Marinus
Hendricus Jacobus Michels conhecido como RINUS MICHELS, ex-jogador do
Ajax e idealizador do carrossel holandês, nasceu em Amsterdam a 9 de
fevereiro de 1928. Treinou o Ajax a partir de 1965, foi contratado pelo
Barcelona da Espanha em 1971 e encerrou sua vitoriosa carreira treinando
o Bayern Leverkusen. Como o treinador da Seleção Holandesa (1974,
1984-1985, 1986-1988, 1990-1992) liderou as campanhas do vice-campeonato
da Copa do Mundo de 1974 e a vitória na Euro Copa de 1988, esta contando
com Rijkaard, Van Basten e Gullit.
Faleceu na madrugada do dia 3 de março de 2005, em um hospital na Bélgica, em razão de problemas cardíacos. Rinus passara por uma cirurgia cardíaca preventiva no dia 18 de fevereiro deste mesmo ano, mas teve complicações pós-operatórias.
Helmut
Schön
técnico da Alemanha
Ocidental, nascido em 15 de setembro de 1915, discípulo de Sepp
Herberger e técnico da Alemanha nas Copas de
1966, 1970 e 1974, faleceu a 23 de fevereiro de 1996, vítima do Mal de
Alzheimer.